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Na dúvida, não clique

Na dúvida, não clique

A popularização da Internet trouxe inúmeras facilidades para nosso cotidiano, mas também nos expôs a pessoas mal intencionadas que utilizam a rede para cometer golpes e crimes cibernéticos. No Brasil, em 2013, o número de pessoas com dez anos ou mais conectadas à Internet atingiu a marca de 86,7 milhões, parcela que representa 50,1% do total da população. Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Ou seja, temos cerca de 87 milhões de potenciais vítimas de cibercrimes. As fraudes mais comuns são aquelas relacionadas a compras de baixo valor, normalmente representadas por falsos vendedores que não entregam os produtos adquiridos em e-commerce e/ou sites de leilões. A modalidade de fraude bancária também cresce muito, segundo a Federação Brasileira de Bancos (FEBRABAN). Em 2012, de acordo com os últimos dados divulgados pela Federação, as fraudes em transações eletrônicas causaram um prejuízo de R$ 1,4 bilhão. Nesse tipo de crime, os criminosos atacam dispositivos (desktop, notebook ou celular) de clientes de instituições financeiras para realizar transações na Internet, seja por meio do Internet Banking ou utilizando os dados de cartões de crédito de consumidores. Para as práticas maliciosas, alguns hackers usam técnicas bastante conhecidas por especialistas em segurança, mas que, para os usuários comuns passam despercebidas e produzem muitos estragos. O malware (sigla em inglês, Malicious Software, e, no português, programa de computador malicioso), é o termo técnico que define software de computador que causa dano ao dispositivo que o executa. Outra prática comum é o “phishing”, uma modalidade de ataque em que o criminoso envia milhões de e-mails... Saiba Mais
Microsoft anuncia novo Windows 10

Microsoft anuncia novo Windows 10

Novo sistema operacional irá rodar em PCs, smartphones e tablets. Windows 10 marca a volta do menu ‘Iniciar’, retirado no Windows 8. A Microsoft anunciou nesta terça-feira (30) o Windows 10, nova versão do sistema operacional da empresa que irá rodar em PCs, smartphones e tablets. O Windows 10 também marca o retorno do menu “Iniciar” à sua função original, removida do sistema da Microsoft no Windows 8. Com o Windows 10, a Microsoft “pulou” um número na sequência das versões de seus sistemas. Esse, por exemplo, era chamado informalmente de “Windows 9”. “Quando você vir o produto em sua integralidade, eu acredito que você irá concordar conosco que esse é o nome mais apropriado”, afirmou Terry Myerson, chefe da divisão de Windows na Microsoft, durante o evento de apresentação. De acordo com Myerson, o “novo Windows foi construído desde o princípio para um mundo que pensa primeiro em dispositivos móveis e na nuvem”. A interface e a loja de aplicativos do sistema é a mesma em todos os aparelhos. Essa é a aposta da companhia para aparelhos com dimensão de 4 a 80 polegadas. Por isso, o Windows 10 também é o sucessor do Windows Phone 8.1, e é o novo sistema operacional dos smartphones da Microsoft. Iniciar A volta do menu “Iniciar” como ponto de partida para abrir programas no Windows e personalizar as configurações da máquina é um pedido antigo dos usuários. No Windows 8, o botão foi removido porque a Microsoft tentava unificar o design do sistema em computadores, tablets e smartphones. A decisão fazia parte da estratégia da Microsoft no que se convencionou chamar... Saiba Mais
Facebook anuncia mudanças nos seus métodos de pesquisa

Facebook anuncia mudanças nos seus métodos de pesquisa

O Facebook anunciou, nesta quinta-feira, 2, uma série de mudanças nos seus métodos de pesquisa. As novidades foram anunciadas por meio de um comunicado emitido por Mike Schroepfer, diretor de tecnologia da rede social. No comunicado, Schroepfer afirma que o Facebook faz uma série de pesquisas com diversos objetos, desde a infraestrutura de sistemas até mesmo inteligência artificial. Contudo, o executivo afirma que além de estarem “comprometidos em fazer pesquisas para tornar o Facebook melhor”, a rede social quer fazê-las de “maneira mais responsável”. As alterações surgem após um estudo publicado pela rede social no início deste ano que afirmava que usuários respondem positivamente a posts positivos de seus amigos. Na época, o levantamento não obteve boas reações e por conta das críticas, o Facebook resolveu adotar novos métodos para a pesquisa. Sendo assim, o serviço anunciou quatro mudanças principais. A primeira é um guia para pesquisadores, no qual eles terão acesso a maneiras de estudar grupos e populações, incluindo quesitos pessoais, como emoções. Além disso, estudos feitos pela rede social passarão por uma revisão rigorosa por diversas áreas, como engenharia, termos de privacidade, termos legais e outros. A terceira alteração será no treinamento, que será de seis semanas para novos pesquisadores e ainda terá uma edição anual para todos os funcionários do Facebook. Por fim, a última mudança é na publicação das pesquisas, que serão divulgadas em um site... Saiba Mais